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Grãos de Areia |
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Meus escritos são como grãos de areia, invisíveis entre outros, mas individuais, como eu.Diário23/08/2008 00h26
Dois meses
Dois meses
O relógio da sala acaba de dar a meia hora de um novo dia: 23 de agosto de 2008. Não posso deixar de lembrar. O tempo passa tão rápido mas mesmo assim é como se fosse junho, 23. Eu estava acordada ainda, mas não como hoje, escrevendo. Deitada eu esperava o telefone tocar. E ele tocou, poucas horar depois: Ronaldo, meu irmão Silvio Ronaldo havia se tornado imortal.Ainda dói, e como dói. Publicado por Maria Olimpia Alves de Melo em 23/08/2008 às 00h26
01/08/2008 18h21
Mostra Cultural
Quarta Mostra Cultural de Lavras -
Período: de 1 a 12 de agosto. Local: Praça dr Augusto Silva. O melhor da arte e diversidade cultural de nossa cidade Publicado por Maria Olimpia Alves de Melo em 01/08/2008 às 18h21
27/06/2008 23h17
Triste Junho
Silvio Ronaldo Alves de Melo Publicado por Maria Olimpia Alves de Melo em 27/06/2008 às 23h17
01/05/2008 21h28
Noite de Ano Novo - de Tânia Meneses
NOITE DE ANO NOVO, um poema para Maria Olímpia Alves de MeloDesceu a ladeira, o corpo magrinho sendo levado, empurrado.
Sentia-se inutilmente livre e desobediente, na realidade daquela rua estreita e escura. Era uma moça de vinte anos, sem direção. Nem sonhos. A vida a empurrava ladeira abaixo. Seguia ao contrário das moças especiais. Das moças noivas de mãozinhas delicadas. Comprara um vestido branco para usar naquela noite de Ano Novo. Olhara-se no espelho comparando seu rosto com o rosto das moças de mãozinhas delicadas e casamentos luxuosos. Filhas de alguém. Perguntou ao espelho porque ela era tão livre. O espelho a olhou em seu longo silêncio e mudez. Um moleque de bicicleta lhe disse qualquer coisa lá no fim da ladeira. Moleque feio. Perdido na noite iluminada do reveillon. A vida lhe deu um moleque feio. Uma corja de molequinhos lombriguentos. Um punhado de menininhas feias, perdidas na noite de Ano Novo. Tânia Meneses Publicado por Maria Olimpia Alves de Melo em 01/05/2008 às 21h28
30/04/2008 23h34
Trova caipira IV - WRAMOSS
Trova Caipira IV WRAMOSS Tenhu uma amiga du peitu, A Merô dos óio marrão. As vêis inté ficu sem jeitu, Sem sabê si eu agradu ou não. Esta linda trova caipira escrita pelo meu amigo Walter faz parte de uma série publicada aqui no Recanto. Convido a todos para visitarem a escrivanhia dele para conhecerem seus trabalhos que são muito bons. Procurem em autores:WRAMOSS Publicado por Maria Olimpia Alves de Melo em 30/04/2008 às 23h34
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Página atualizada em 05.09.08 19:28
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